Artes plasticas naif sinval medeiros

Retratando são paulo

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Retratando são paulo

quarta-feira, 31 de julho de 2013

sábado, 20 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

O vagabundo iluminado sinval medeiros em sao paulo Biografia inicio de pagina

                           O vagabundo iluminado sinval medeiros

Biografia escrita por marcos tavolieri milito pagliara

Vou contar para vocẽs a historia de um personagem que conheci nas ruas de são paulo e que e uma historia muito rica para mim,Seu nome sinval medeiros e como e um dia de um morador de rua que teve uma visão do sobrenatural de Deus,E ele se tornou um dos maiores artistas plasticos reconhecido no brasil e no exterior
 Fez me lenbrar outro personagem extraordinario que conheci nas ruas das cidade nos anos 80 quem conheceu o profeta gentileza, e tambem teve sua historia de iluminação.mas este era um filosofo e professor de grego e latim Agora ja são dois os iluminados que conheci nas ruas desta grande cidade.Ele tinha algumas coisa que eu não sabia definir o quẽ... como se não precisasse de nada ou de ninquem. ja ia passando por ele,mas aquele homem ali largado prendeu minha atenção,Era como estar ao lado de uma criança ou santidade, não sei bem.não era um simples ninquem.aparentava serenidade. parecia possuidor de algum segredo. seu sorriso era placido e calido como os finais de tarde.
Foi então que reparei que tinha nas mãos um pincel e que apoiado ao muro ao seu lado havia uma tela sobre um cavalete tosco feito de ripas de compensado e nesta tela uns rabisco indefinidos feito com uma força sobrenatural que me paralisaram com um direto de esquerda.
parei a bicicleta e derci.a maneira como aquelas linhas estavam riscada... movimentos sinuosos feito por um espadachim samurai. linhas virtuosas.sem hesitação, vindas de uma mente reta. estava ali tracejado naquela tela ao tempo, o contorno da propria praça em que estava caido inconsciente fazendo aquela aquarela parecer mais real e viva que a propria praça que o acolhia. O homem que havia começado a rabiscar aquela tela era sem duvida aquele ali caido com o pincel ainda em uma das mãos.
Fiquei ali parado sem saber o que fazer. nas aquarelas tracejadas por aquela figura desmanchando-se em sorrisos que so eu via,talvez estivesse desenhado o oasis que ha tanto tempo buscava.
deitado com a cabeça em uma pedra chata, o homem tinha um sono pesado e profundo. aproximei-me e comecei a observa-lo. seu modo fazia a tarde agitada realmente parecer calma e suave.
O sol daquela tarde continuava forte e não sei se por isso ou se por alguma bebedeira,suas faces estavam vermelhas e inchadas.nem se mexia quando,vez ou outra alguma varejeira pousava sem cerimônia em seu rosto, passeando por suas narinas grossas e pelos labios rachados.tive vontade de espanta-las,mas não tive coragem.
Então encostei minha bicicleta no muro e,discretamente,me coloquei entre ele eo sol. dar-lhe sombra talvez fosse a unica coisa que podia fazer em agradecimento a sua frase.Com certeza não teria ainda cinquenta anos.o que me impressionava alem do corpo magro,mas com formatura robusta,e suas mãos grossas e os dedos amassados que mal podiam segurar as moedas que esmolava...como então poderia segurar o pincel e riscar aqueles traços vertiginosos.mas la estava a tela explodindo em cheio na minha cara.
Permaneci ali um tempo, paralizado,como que a espera de alguma coisa.osol ja baixando,e percebi que ja podia fazer sombra em seu rosto se me sentasse. aos poucos fui me incorporando aquela paisagem. tambemk eu era agora um vagabundo, sentia-me orgulhoso por isso. como isso era possivel,Ali estava eu,ao lado de alquem que era considerado a escoria,e que talvez nunca tenha sabido o que e experimentar ser desejado,querido e amado, mesmo que por um so instante.uma senhora que vinha em nossa direçao desviou-se e,visivelmente incomodada por existimos como parte do cenario de sua perfeita vida,atravessou para o outro lado da calçada.talvez pudessemos encontra-la toda estermecida distribuindo sopa de compaixão com os menos afurtunados nas noites de natal,como se aquela preocupaçao ocupasse todas as horas de sua existencia.mas não naquele momento real.E naquele instante percebi que as pessoas veem aquilo que querem ver.Que julgam os outros pelos seus medos e não pelo seu amor.E foi então que tive coragem de me ajoelhar a frente daquele farrapo e espantar com pequenos abanos de mãos as moscas que teimavam em importuna-lo o sol se escondeu por entre os predios e começou a esfriar.um sabia-laranjeira ficou tiritando aqui e ali com suas perninhas de graveto,nos fazendo companhia, sem se importar com as opiniôes alheias. aquele passaro nunca seria um marginal. Pertencia a outra categoria.estava a salvo dos julgamentos humanos e das senhoras impavidas. perambulava a cata das migalhas do pão que o andarilho havia deixado cair em sua ultima refeição.E por estar assim tão nesessitado das sobras de um mendigo,aquele sabia, de acordo com a minha classificação sobre a existencia, tornou-se o mais vagabundo entre nos,
e por isso mesmo,estrela da maior grandeza dentre todas que o universo ja produziu. fiquei imaginando que tipo de vida viveu esse homem.....Alquem que com certeza poderia rir de minha experiências, ou melhor, da falta delas.seria mudo ou surdo,sera que possuia alguma enfermidade contagiosa, alquem com uma profunda desilusão amorosa,talvez fosse um rejeitado que nunca tenha tido um lar,uma familia ou amigos, nem conhecido pessoas que o amassem.talvez ele fosse um pouco daquilo tudo que nem suspeitamos existir dentro de nos Era bandido,vagabundo,santo e pecador,padre,farsante,politico ou vendedor.e no momento em que ia me levantar para partir, o mendigo finalmente abriu os olhos.não despertou com a imprudencia do susto de alquem que esta sendo roubado.não se assustou como seria natural.havia aprendido a observar e a esperar seu corpo se endureceu um pouco.seus olhos me percorreram lentamente examinado meu calçado,minhas roupas,meus braços.deteve-se em minhas mãos,e logo deve ter percedido que afeitas ao trabalho duro.esse era o sinal que definitivamente nos colocava em mundos diferentes.porfim, lançou-me um olhar direto e penetrante.senti um arrepio,mas me mantive atento diante daqueles olhos que não piscavam.
A tela e sua,-apontei para o cavalete no muro.Ele não respondeu a principio.aquela pergunta poderia ter muitas implicações com os cotovelos no chão, ficou me encarando,tentando formar uma ideia sobre minha pessoa,sobre o que eu representava,se eu era uma ameaça ou não a sua pessoa e ao seu territorio.mas talvez minha pouca idade, meu rosto quase infantil e minha voz adolescente o tenham desarmado.Você gostou- disse por fim, convencendo-se de que eu não era mais do que um simples garoto cuiroso.Obrigado,era o que eu estava precisando ver.Disse isso com um gesto sincero,estendendo a mão.acho que fazia muito tempo que aquele homem não dava a mão para alquem.não estava acostumado a cumprimentos e sentiu-se embaraçado em apertar a minha,e por isso o fez com o cuidado que um urso pardo teria apalpando um delicado favo de mel.Eu e que agradeço a você De que,-perguntei intrigado,sem compreender. do sol.ah,ele havia reparado...seu tom de voz era rouco,mas percebi humor em seus olhos.
achei que você não ia acordar antes de eu ir embora-falei,ajeitando-me no chão ao seu lado.e não pretendia mesmo,quando percebi você em cima de mim.piscou os olhos,soltando uma gargalhada.achei que fosse me roubar ou me bater,e tratei de continuar fingindo que dormia ate que resolvesse levantar e partir.mas você não foi- continuou ele,divertido.não pude deixar de rir tambem.E desde quando você percebeu que eu estava protegendo o seu rosto do sol,perguntei ja imaginando que havia feito papel de idiota.na verdade, desde o momento em que começou a me abanar.....disse ele.mas isso foi ha uma hora,-me espantei trazendo na voz o meu protesto.eu sei.e que estava tão bom...ao inves de sentir indignação por sua atitude,bem la no fundo eu o vi reamente.e neste instante percebi que na verdade tudo estava certo e uma gargalhada explodiu de dentro de mim como ha muito tempo não fazia.Eu percebo as pessoas tão agitadas pela vida,desejo apenas lhes transmitir um pouco de esperança....-falou-comecei a tela pela manhã-completou orgulhoso.e um começo e tanto, algo sobrenatural-sorri e voltei os olhos para a tela.ficamos os dois por um momento em silencio a reverenciar as curvas sinuosas e vivas daqueles traços.eles tinham cor,cheiro e sabor.converssvam com o mais intimo da gente.

o vagabundo iluminado sinval medeiros na cidade de são paulo biografia segunda parte

           Biografia escrita por Marcos tavolieri milito pagliara

Eu tinha toda a probabilidade de evitar esta historia cheia de segredos e misterios que aconteceu em minha vida, mas no dia vinte e nove de julho de mil novecentos e noventa e tres,Eu fui marcado pelo sobrenatural agui neste vale do anhangabau enquanto eu dormia certa noite, ali debaixo daquela arvore que um dia foi um pequeno toco replantado da praça da Se e que aconpanhou minha historia,cresceu e properou, diferente de mim que agui estou. e e por isso que eu me consolo sempre debaixo dela.Ela e minha confidente que me acolhe e me entende.Eu, que umdia a desprezei quando os homem da prefeitura vieram replanta-la aqui e desdenhado ri daquele toco. você vai ver este toco daqui a vinte anos....disse o funcionario que havia enterrado o toco ali,bem ali-e isto que você vê em minha tela.E isto-falou arregalhando o olho fazendo suas pupilas se dilaterem tanto que consegui ver o reflexo da praça sobrenatural dentro deles
.O vale do anhangabau - continuou,-E envolto... e cheio de misterios.em seu subsolo passa o rio anhangabau que em tupi-guarani significa(mau espirito)ou seja rio do mal espirito,refletiram por um instante imperceptivel o animal de quem falava, e anhanga animal assustador recuei.sensitivos afirmam que o vale do anhangabau emite energia muito ruim,-continuou- mas eu agui me sinto em casa. esta e minha casa, agui eu vivo.dai para ca minha vida se transformou em um pesadelo. o mal me castigava e o bem me protegia.mas eu, como sou um guerreiro suportei ate sentir a gloria das artes plasticas em minha vida atraves de um chamado que veio em forma de uma voz misteriosa certa noite me acordou e disse para eu retratar a praça e seus predios. mas como fazer isso se eu nunca tinha tocado em um pincel em minha vida.mas este e um dos misterios da minha vida de la para ca. os dias foram dificeis para mim, perdido nas ruas do centro de sao paulo passando frio fome e solidão,não tendo a quem pedir ajudar,eu que era apenas mais um agui nesta cidade,sem valor e sem futuro, fui tocado pelo sobrenatural que me abriu as portas atraves da pintura e assim percebi que eu tinha uma forma propria de retratar são paulo.Era como se eu estivesse em outro mundo. minha luta continuava, eu não tinha vicio de bebida mas o mal não me deixava .e eu não tinha paz para realizar meu sonho e torna-lo realidade. mas mesmo assim eu sabia que alguma coisa estranha estava para acontecer.
Assim como você se preocupou comigo me protegendo do sol.-exclamou-abrindo os braço em minha direção.-um garoto que se preocupa com as pessoas e uma perola rara hoje em dia. vejo uma perola muito preciosa ai,um pouco suja de graxa de bicicleta, mas ainda sim uma perola- brincou, apontando para as minha roupas.e dizendo isso, levantou-se e, enquanto sacudia a barba e a careca,batia suas roupas muito mais sujas do que a minha.Isso e quase um atrevimento,-falei fingindo indignação.uma perola envolta em trapos- sorriu- um raro,-Dom-encarou-me sua expressão revelava agora a verdadeira fisionomia daquele homem. e completou- você e como a flecha que deixou o arco...fiquei intrigado.
e o que tem ela,
Ela- sorriu, voltando-se para mim enquanto enrolava seu cobertor. Sim A flecha.Ela jamais retorna...disse por fim apois um novo silencio, tomado folego recomeçou.precisamos saber distiguir nossos sonhos de nossas miragens.e seguir os sonhos, não as miragens-falou enquanto apanhava um pequeno peixe de um saco plastico e o colocava em uma panela indo fazer uma pequena foqueira com os gravetos que estavam a sua volta.eu estava hipnotizado. sua figura parecia irradiar uma luz.tudo o que fazia parecia ter intensidade. seus pequenos gesto bastavam em si mesmo.Afirmar a vida e dizer sim,conformar-se com ela e dizer não.-deu uma risada e completou.ai esta, acho que usarei esta frase amanha, em outro muro. Afirmar a vida e dizer sim,conformar-se com ela e dizer não.polvilhou lentamente a frase mexendo os dedos como um chefe de cozinha ao despejar especiarias em uma equaria
O que você quer dizer exatamente com isso,-perguntei admirado.
O sim pode nos trazer problemas,mas o não nos leva ao maal-disse, prolongando o som da ultima palavra.E acrescentou.No final você não vai levar o que economizou da vida,mas o que pode dar ao longo dela.sua simples filosofia de vida possuia uma força irresistivel.a naturalidade com que dizia as coisas...
A verdadeira coragem e fazemos as coisa que acreditamos serem certas, mesmo que as façamos com medo, e que nos custem, pois a vida não se mede pela quantidade de anos que se vive, mas pela quantidade de alegria que se distribui.Ele ia soltando aquelas perolas com a mesma naturalidade com que acendia o fogo.longe de estarem envoltas em trapos, suas palavras eram puras e cristalinas para mim.
Logo pela manha, mal a lua se esconde, la surgem elas saidas de dentro de seus formigueiros...Elas quem,- perguntei de chofre.As pessoas.-continuou-mas diferente das pequenas e determinadas formigas que compreendem seus caminhos,estes microbios bipedes de Deus andam pelos seus caminhos cheios de pavor.
Pavor,mas pavor de que,-perguntei intrigado.
Medo medo de viver,completou-vivem como se tivessem muito a perder, esquecendo-se do quanto receberam da vida.e uma benção estamos aqui respirando este ar calido e propero,suspirou... um ar que se pode quase ate beijar...-fez um bico com os labios e franziu o nariz de maneira engraçada como se quisesse experimentar com sa boca faltante de dentes aquele bocado invisivel de ar a sua frente.-ah-estalou os labios a saborear o vazio.- a vida de um dia,-exclamou como um mestre zen ao finalizar seu haicai.As pessoas sentem medo umas das outras,-concordei.-acham que seu ganho precisa se dar com a perda do outro....
você tem razão, nunca devemos deixar endurecer a argila de que somos feitos.-falou olhando- me profundamente.-todos somos meros relampagos em uma noite de trovoada...meras espumas no oceano flutuante...-emendou sem se preocupar com meu espanto.precisamos olhar diretamente para a essencia das coisas... este e o exercicio do desapego...avida fica mais bonita se fizemos isso.este eo distanciamento que aproxima. E a maneira certa de nos envolvemos. precisamos aprender a relaxar.o relaxamento brota quando estamos permitindo algo. a tensão surge quando perseguimos algo.- eu estava ali, e tudo que dizia tinha ressonancia com o mais intimo do meu centro.precisamos aprender a ver as pessoas e aceita-la atraves de seus talentos e não de nossos desejos como você fez agora a
pouco,percebe.-absorvia cada gota daquela saberdoria que ia sendo levada pela fumaça do fogo de sua pequena foqueira.Se você não pode perder, não pode ganhar. arrematou entre os dentes enquanto mordia o palito de fosforo da foqueira.-você sabe quanto um naufrago pagaria por esta caixinha de fosforo.-perguntou sorrindo, enquanto segurava com dois dedos a pequena caixa a altura dos olhos, como um expert ao examinar um raro brilhante.-não tem preço-disse olhando divertido para mim.pois e ,- continuou-eu me sentia esse naufrago, mas sem nenhuma caixa de fosforos por perto.E como eu te disse,eu sentia que alguma coisa estranha ia me acontecer.mas em dois mil e cinco o pessoal aqui do centro me pagou uma passagem para eu ver minha maê na cidade de currais novos rn,onde narci. la em casa,eu estava deitado em minha rede pensado em voltar guando minha maẽ falou pra mim
(menino,o que vocẽ vai fazer de novo neste lugar) se vocẽ não teve sorte la,então eu respondi a ela. maẽ eu vou volta porque o centro de são paulo tem um misterio que eu posso resolver porque eu ja paquei um preço alto com minha vida la e agora eu vou ate o fim.E foi ai que eu comecei a sentir são paulo e as pessoas de outra forma,Como se elas e suas historia coubessem nas telas que eu comecei a retratar são paulo e seus predios,comecei a sentir amor e gratidão por tudo,E uma energia que me deixava sempre feliz e em paz.paz que eu não tinha antes...deste Chamado
Fiquei ali simplesmente olhando aquele maravilhoso vagabundo
E suas historias sem sentido mas cheia de significado.Veja este peixe.-falou erquendo o bicho pelo rabo,pequei ontem ainda esta bom,embora meio descolorado e ja com um cheiro um pouco forte.se eu não tivesse este peixe para comer não iria amaldiçoar o peixeiro poe isso,muito menos o mar.Quando temos uma oportunidade...Otimo se não a temos...tudo bem.qual e o problema,estamos sempre no lucro.nunca tivemos nada mesmo...e saber por que- sussurrou aproximando-se de mim.poque de fato não precisamos de nada-assentiu com a cabeça como quem revela um oculto segredo,-E assim os dias começaram a passar e eu ja feliz sem nada de mudanças em minha vida,mas sabendo que a qualquer momento o jogo de minha vida iria mudar, E assim foi esta transformaçao de um homem que descobriu um Dom embora eu não entenda como isso se deu de fato pois não me sinto o artista e não gosto de ser chamado de artista, porque o artista vem da alma do ser humano e comigo veio depois de velho, o que me da certeza de que eu na realidade cumpro e uma missão espiritual. mas então- perguntei impaciente- conte logo esta historia, como foi que vocẽ recebeu este chamado, ele me olhou com seus olhos de fogo,sua barba por fazer, E como um corsario se ajeita para fazer sua refeição em alto mar, so ai e que eu percebi o sobrenatural do vagabundo iluminado

o vagabundo iluminado sinval medeiros na cidade de são paulo biografia terceira parte

O CHAMADO
        Biografia escrita por Marcos tavolieri milito pagliara  
  
                                 Pois bem, eu estava como sempre no vale do anhangabau uma noite terrivel de frio e quando olhei havia duas arvores e entre elas uma pessoa estava escrevendo com um pincel,depois eu fui ver e estava escrito simplemente.Eu jar eu quero morrer.mas então eu dei uma olhada nele ele era um Doutor de terno e paleto. olhei para minha situaçao e fiquei revoltado pois vi que aquele homem não estava  deprimido, mas so distraido com a vida que ele não sabia enxergar.Então eu disse pra ele e muito facil se você quer morrer mesmo vou te dar um conselho sobre no viaduto e pula como fazem as pessoas aqui neste vale maldito que eu chomo o resgate para você.Então naquele momento algo aconteceu na mente e no espirito daquele homem.Ele me chamou de iluminado mas eu não entendi. Ele subiu no viaduto e deceu e se aproximou de mim me agradeceu por mudar sua mente de morte e me deu o seu paleto.
.Eu estava sentado em cima da pedra que serviu de travesseiro aquele homem extraordinario e o ouvia atentamente.Nada mais importava.sabia,como uma vaga sensaçao,que aqueles momento iriam transformar toda a minha vida.Uma noite gelada eu estava sozinho no vale quando vi uma pessoa triste e solitarias. Me aproximei pois estava com muito frio e falei. (Boa noite grande) e ele me falou simplemente (boa) com ma vontade como se soubesse que eu iria pedir alguma coisa, e de fato foi o que eu fiz, a noite esta gelada e eu queria beber alguma coisa quente pra me-proteger do frio e da doença.então ele me disse que se tivesse algum me daria mas que tinha sido roubado e não tinha nem como volta para casa.então eu percebi que ele não estava com ma vontade, mas amargurado por saber que não ia poder me ajudar.então eu falei ( não se preocupe, sua salvaçao chegou.vou te ajudar a voltar para sua casa.(fui ate um lugar que eu conhecia e arranjei o dinheiro emprestado e voltei e dei a ele.ele ficou supreso, não entendi.....você me pediu ajuda e agora você e que esta me ajudando.e depois disso nos vimos outras vezes e nos tornamos amigos.
Era supreendente como a vida daquele homem era repleta de açoes de desapego e despreendimento..quanto menos parece que a pessoa tinha mais parece que podia dar.
Agora estou entendendo seus traços,-falei emocionado-eles são a expressão de sua vida.Voce esta me falando de seus quadros atraves de suas historia.
Voce esta começando a perceber que a vida de um artista expressa as percepçoes que ele tem do mundo,e para mim estas historias da rua com seus predios eterno e imutaveis servindo de paissagem para nossos pequenos dramas da vida e que representam em meu espiritoe a mensagem de que tudo esta bem e de que tudo sempre esteve bem. Uma noite muito dificil no centro e por isso mesmo eu e mais dois parceiro das ruas resolvemos subir para o bairro do pacaembu para dormi mais sossegados.compramos umas bedida para aquecer o espirito e espantar para longe a tristeza de nossas vidas e la ficamos abençoado em um gramado sobre uns papelão.um carro subiu a guia e avançou pelo o gramado.saiu de dentro dele um bacana e nos disse sem um pingo de medo,
vocês são moradores de rua ou bandido,então eu falei, senhor,nos somos morador de rua porque não temos onde ficar e nossa vida e nas ruas pois não ha como ser diferente, foi então que ele nos olhou e depois de uma pausa pensada falou,este carro e para voces dividi ai, e jogou a chave no banco do carro e tambem o documento,assinando um documento branco na nossa frente dizendo que era so um.e nos escrever o nome na linha de baixo que o carro estaria transferido e pronto e foi embora a pe desaparecendo do outro lado do gramado,o que aconteceu,pela manha eu entrequei o carro para a policia porque eu não tinha os meu documento e mesmo porque não tinha o que fazer com o bendito carro,-Exclamei,mas como você foi capaz de recusar este presente.olhe a sua volta... ele emendou mostrando a paisagem ao nosso redor-tudo e um presente.a vida nos trouxe ate aqui e ela um dia tambem vai nos tirar daqui.mas o essencial... o essencial e que quando descobrimos. que somos essa vida,não nos preocupamos mais com o ticket de entrada ou de saida e o mundo não sera mais o nosso lar e tudo que ele nos der serão coisas que dara a qualquer outro em nosso lugar,se de coração confiamos na vida,-continuou-quando chegar o momento da saida,so podemoremos agradecer-la pela viagem e pela acolhida, por tudo que ela nos deu e nos ensinou.viemos observar,aprender,crescer,amar e voltar para casa.não e isso que nos ensinam os antigos.desapego, meu garoto.esta e a chave,desapego e msnte serena tornam puro o nosso coração.aceitamos entrar não,olhou-me por cima dos olhos enquanto arrumava suas coisas,por que naõ aceitamos sair, a vida põe e dispõe,na verdade, ela sempre nos da. de um modo ou de outro,e se estivermos disposto a receber, a aceitar, ela nos dara algo sempre melhor.mas se quisemos para nos,ela irar nos tirar,e a maneira de caminhamos descalços neste mundo.quer um peixinho ai falou,estendendo-me um pedaço daquele peixinho enverdeado.
eu olhava para aquele maravilhoso vagabundo, feliz por ele simplesmente esta ali conversando comigo.Desculpa-me disse encabulado-sem querer ofender.... acho que se eu comer esse peixe vou passar mal.coisas estragadas podem nos fazer mal se acreditamos que existe o mal.se a doença não e reconhecida, ela não pode existir. não existe a doença, ha apenas o doente.Eu acreditava em tudo que me dizia. suas palavras falavam ao meu coração. fiquei tentado a aceitar o peixe so para provar que ele estava certo.Mas antes que eu provasse o alimento ele interveio com um ar divertido como se estivesse -me testando.Mas voc~e tem razão,-O andarilho interrompeu minhas divagaçoes pondo fim ao meu dilema,-Por hora e melhor não comer este peixe.isto e iquaria para velhos abustre em alto mar.-sorriu para mim com seu sorriso enigmatico,-Engoli em seco apertando os labios,lutando para dominar a emoção.E sem que eu pudesse interromper,aquele homem da tela misteriosa suspirou tomando folego e de uma so bocada continuo,
E foi então que chegou meu dia. hora minuto e segundo.um belo dia, uma grande festa foi organizada no vale do anhahgabau, precisamente no inicio do mês de outrubro do ano da graça de dois mil e seis.A festa acontecia e eu sossegado admirava o movimento no meio daquele povo a musica alta, os palcos montados ate que a festa foi acabando, como tantas que eu ja havia presenciado.e que fui me trocar e procura uns papelão para me acomodar.então sentei em um banco da praça e uma vontade de simplemente ficar ali em silencio.Foi quando olhei para aquelas tres palmeiras na minha frente.terze anos e três meses eu calculei que estava rodeado pela historia daquele lugar.Me sentir acolhido e um sono bom me dominou.deitei naquela grama como um farao descansando dentro de uma pirãmide e um tempo depois,no meio da noite que eu não sei calcular,uma voz misteriosa e muito poderosa me acordou e me ordenou.
LEVANTA DAI E VAMOS TRABALHAR E PINTAR A PRAÇA,
Eu meio adormecido respondi me deixa em paz.nesse momento senti um silencio total,A voz outra vez, LEVANTA DAI VAMOS TRABALHAR E PINTAR A PRAÇA
e mais uma vez eu respondi, porque você esta me perturbando..... outro silencio. e logo depois a voz
LEVANTA VAI PINTAR A PRAÇA, ai eu acordei assustado e me sentei olhando pensei que era tres pessoas que me encaravam.levantei pronto para brigar mas percebi que eram as tres palmeira que estava ali.sair dali assustado e quando olhei para tras, vi uma imagem da praça que na minha mente parecia com um caixão.e daquele dia para frente aquela imagem nunca mais saiu da minha mente. foi ao amanhecer que algo estanho em mim, na minha alma, no meu ser fez com que eu ficasse pensando naquela voz que mandou eu pintar a praça.ai eu pensei se eu pegar um pincel e for pintar a praça eu poço ser preso porque eu não trabalho para a prefeitura e vão imaginar que eu estou fazendo pixação.
Mas na mesma hora a voz falou suave,UM QUADRO...FAÇA UM QUADRO.mas um quadro eu pensei como vou fazer um quadro se nunca pintei,não tenho tela nem tintas.mas então eu tive uma ideia genial, fui em uma casa de jogo,e não sei porque ei fui la, e pedir para um jogador para me dar umas canetas que eu queria pinta um quadro.Ele ficou me olhando em silencio sem entender nada e depois de um tempo se levantou e me disse, Espera aqui.saiu e voltou com umas canetas bacanas.agradeci, fui procurar um papelão.achei um maderite e risquei a praça. de la pra ca nunca mais parei meu trabalho artistico sem nunca ter estudado pintura.-olhei para ele admirado com toda aquela historia sinistra e ao mesmo tempo magica. E percebendo meu interesse Ele contonuou.-Quando este misterio foi solucionado, Eu mergulhei no mundo das artes e fiz em um ano mais de noventa telas sempre no anonimato pois meu trabalho não era meu.Era sobrenatural e quem tinha que aparecer era ele.Tudo ia correndo bem e eu com energia que eu não sabia que existia, pintando dia e noite, me alimentando pouco e ate debaixo de chuva sem nunca ficar doente.trocava de uma para outra e estava muito felizpela mudança de um dia para outro de ser um morador de rua timido que de repente vira um artista que conseque se expressar.Nunca consequi entender como so aconteceu de fato mas a realidade se mostra em meu trabalho.Depois desse ano criativo, aconteceu que a mesma voz um dia voltou-Eu tenho certeza disso-Na forma de um homem e me-convidou para pegar uma autorização na prefeitura para eu pintar pois sempre eu era interrompido pela guarda.Foi depois desse dia que meu trabalho começou a ser reconhecido.foi então que eu novamente ouvi a voz misteriosa, mas dessa vez ao inves dela me cobrar o meu oficio, ela veio suave me agradecer.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

o vagabundo iluminado sinval medeiros na cidade de são paulo biografia quarta parte

  3 Parte o vagabundo iluminado (a gloria)
     

Biografia escrita por marcos tavolieri milito pagliara

muito agradecido pelo trabalho que você esta fazendo por mim fiquei paralisado e engasgado nem consegui responder - Eu nunca fiz nada para você -eu pensei Eu preciso agora que você pinte a mesma imagem da praça que gue você viu em preto e branco e colocasse uma cruz no meio da praça - Eu mas no meio da praça não tem cruz pensei como falase para a voz imediatamente veio a resposta não tem problema você vai colocar essa cruz para mim assim mesmo eu sou o dono
Então eu pensei como faço para te entregar agente se ve por ai eu vou compra a sua tela foi o que a voz me disse
E você fez essa tela -perguntei curioso querendo saber o que a voz estava querendo com isso - Eu figuei um pouco temeroso em fazer a tela, mas criei coragem e senti que devia cumprir a minha missão que a voz, tinha me dado quando eu terminei a tela ja estava anoitecendo no vale do anhangabau e neste instante apareceu uma mulher e perguntou você e o artista do vale, Me apresentei e ela me convidou para fazer uma exposiçao na festa de são francisco no largo do mesmo nome, Então eu aceitei pequei a tela que eu havia acabado de pintar e levei para a exposiçao que estava acontecendo naquela igreja, pois esta tela foi a tela que menos tempo ficou comigo, pois o comprador dela estava sentado num banco dentro da igreja como se estivesse me esperando chegar ele olhou para mim e disse simplimente, Eu estou aqui para buscar esta tela e vou te fala uma coisa, apartir de hoje você sera um artista reconhecido pelo o seu trabalho e neste instante apareceu em sua mão exatamente a guantia que eu estava pensando em vender a tela e sem dizer nada me deu o dinheiro colocando as notas na palma de minha mão e pegando ela e simplismente desapareceu pela a porta da igreja e nunca mais ouvi falar dele ou soube desta tela, E neste instante e que a promessa daquela voz sobrenatural se cumpriu e eu tive uma prova real que não estava louco.Eu fiqueidez dias em exposiçao naquela igreja e guando retirei minhas obras de la, o assessor espiritual novamente apareceu do nada e começou a operar a meu favor conseguindo expor meu trabalho em varios lugares importante da cidade.
Nesta epoca eu ficava parado no mesmo lugar da visão e os trabalho apareciam para mim sem que eu me preocupasse com a vida
Como de ato deve ser para um artista que precisa de inspiração para se concentrar apenas em seu trabalho.Esta foi a epoca que eu aprendi a viver um mundo real e sem orgulho.esta força sobrenatural atuava sobre mim,e era imcompreensivel para os olhos humanos desvendar nas tela a minha historia, apenas fazendo com que as pessoas sem saberem porque ficassem hipnotizadas com os traços assim como você ficou aqui parado, jovem amigo.Percebendo que estava na hora de partir apenas olhei para ele imensamente agradecido por ter me contado um pouco de sua historia e me desculpei.- na verdade,tambem devo seguir meu caminho.foi muita gentileza sua -(foi muita gentileza sua)....-repetiu em voz baixa,refletindo por uns segundos e de subito me perguntou. você ja ouviu falar do profeta gentileza
-não,acho que não.....
-houve um incendio no circo e muitas pessoas morreram. esse homem dizia que recebeu um (chamado Divino), mudou-se para la plantou um jardim de flores sobre as cinzas e distribuia vinho,ele dizia, quem guizer tomar vinho não precisa pagar nada,e so pedir (por gentileza)e dizer depois (agradecido)-Acomodei-me mais uma vez,segurando a minha bicicleta,radiante por ainda poder ouvir mais um pouco aquele homem
E,assim como eu,so que eu retrato as cenas e ele escrevia o que sentia.
Comigo a nestes anos,eu percebo que passei por muito sofrimento por não aceitar o que me aconteceu e minha mente resitir a um impulso da vida que nos governa.mas os tempos passaram e com interligencia divina que insistiu contra minha teimosia,abrindo espaço no meu ser para coroar nele a sua graça,
Revelou para mim este quebra-cabeça real,mostrando que o menor pode se tornar o maior e o pequeno ser grande.Não narci artista e muitas vezes me julquei o menor de todos,nunca pensei que seria um escolhido para ver a vida em outra dimensão de perspectiva e profundidade e colocar esta essência para fora atraves de traços e cores.Agora, meu jovem, posso lhe dizer que depois de toda esta caminhada,com as sandalias sujas de poeira e gastas pelo chão do tempo da vida,eu me encontro em estado de graça,em alegria permanente e reconhecimento que algo superior que não entendemos,sempre olha por nos atraves das contradiçoês da vida,fazendo de nossa historia exemplo para outros andarilhos solitarios.esta enfim e a maior das loterias e esta e a maior recompensa.que qualquer um poderia ter nesta que e a melhor das vidas de se viver E muito legal toda esta historia assombrosa-sorri baixando os olhos e me virado para arrumar a mochila na bicicleta,mostrando que sabia que nossa conversa havia terminado.Esta na hora-disse ele usar a palavra (jornada)-falou ja de costas para mim como se daquele instante para frente,qualquer conversa não fosse mais necessaria.Achei estranho ele usar a palavra (jornada) para um simples percurso de bicicleta,mas enfim,ai estava mais um de seus enigmas.pequei minha bike,aproei meu corpo e parti.
-Vagabundo.pode me chamar de vagabundo-gritou para mim você sabe o que quer dizer essa palavra,vagabundo,significa.vagar no mundo,não e o que eu faço.Parei minha bicicleta e olhei para tras.
Esta certo,vou pensa em você como vagabundo iluminado-berrei.Ele sorriu.eu estava comovido,
Não se preocupe, se você procura por ele,E porque ja o encontou-Gritou de volta enquanto eu sumia com a bicicleta para dentro do vale do anhahgabau.nunca mais o esqueci.
Algumas noites depois daquele encontro sonhei que eu era um mendigo e que estava de pe em uma praça retratando um rosto em uma tela eque,ao abrir os olhos, via um garoto montado em uma bicicleta a me olhar.Esse garoto era o vagabundo iluminado.Este sonho era uma profecia.queria as verdades...estava sedento eu precisava saber.
Muitos anos depois para minha maior supresa e felicidade tive noticias dele.havia saido das ruas e se tornado um famoso artista de luz divina,Era como ele mesmo havia dito....saido das ruas para a glorias.
Fez diversas exposiçoes sem medo de ser feliz,em diversos pontos importante da cidade,celebrando o aniversario da cidade,tambem para o sindicato dos comerciarios de são paulo onde expõe, teve varias exposiçoes nas estação do metro de são paulo e uma que ele considera a mais significativa de todas no memorial da america latina,onde seu nome sera sempre lembrado.
A gloria dele não parou por ai apenas.sua biografia foi lançada no livro didatico escolar EJA do governo do estado de sao paulo como exemplo de superação de vida para todos aqueles que creem no sobrenatural de Deus quer saber de quem eu estou falando Artista plastico sinval medeiros


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Agradecido os artista de rua da cidade de são paulo agradece a atitude do nobre prefeito fernando haddad

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT)
, sancionou a lei que regulamenta a atividade de artistas de rua na capital paulista. A nova legislação foi publicada na última quinta-feira, 30, no Diário Oficial. A partir de agora, músicos, mímicos, dançarinos, atores, poetas, artistas plásticos e circenses poderão realizar apresentações e expor suas obras em vias, parques e praças públicas amparados por lei.
No entanto, para se apresentarem nas ruas da capital paulista, os artistas terão que seguir algumas normas que regulamentam a sua atividade. A principal delas refere-se ao horário. A lei determina que as apresentações prolonguem-se no máximo até as 22h. Além disso, os artistas de rua devem obedecer os limites de ruído estabelecidos em lei, preservar a integridade das áreas verdes e demais instalações e não devem atrapalhar o trânsito ou a passagem de pedestres.
“A sanção desta lei é, sim, uma conquista histórica da categoria, pois reforça de maneira definitiva uma garantia já prevista pela Constituição Federal, que é a de liberdade de expressão”, comentou Celso Reeks, artista circense e articulador do movimento Artistas na Rua. “Quando propusemos o projeto de lei, queríamos justamente evitar que episódios de repressão pelo poder público se repetissem”, completou. No entanto, apesar de comemorar a sanção da lei, Reeks criticou a limitação de horário para as apresentações.
Outra exigência prevista na nova lei é a obrigatoriedade da apresentação ser gratuita. Porém, a legislação permite doações espontâneas por parte do público e a tradicional passagem do chapéu. Os artistas ainda poderão vender CD’s, DVD’s, livros e outros produtos culturais, desde que os mesmos sejam de autoria do artista que está se apresentando.
Ainda de acordo com o texto da lei, as apresentações não podem ser realizadas em palcos ou outra estrutura semelhante. Nestes casos, o artista de rua deve procurar a Prefeitura para obter uma autorização a realização do evento. Também foi vetado o patrocínio do setor privado as apresentações dos artistas de rua, a não ser que as mesmas tenham apoio das leis municipal, estadual ou federal de incentivo à cultura.